O texto mim chamou a
atenção quando elas falam que os livros não traduzem o conhecimento que é
próprio do sujeito que será atendido no AEE.
É a mais pura verdade os
livros nos trazem suporte, mais o que nos ensina mesmo é a pratica cada ser é
um ser e cada sujeito que será atendido no AEE tem necessidade especifica
deferente e um jeito especial de lidar com isso, podemos buscar melhoras para
todos e ao escutarmos tudo que for possível conhecer sobre o aluno, seremos
capazes sim de construir os objetivos educacionais do plano de AEE de acordo
com as necessidades de cada um. Conseguiremos apoia-los vencendo as barreiras
que desejam superar. Podemos conversar com o aluno que não fala e entende-lo
através de gestos ou expressões de sentimento. Tendo o aluno como protagonista
das ações do AEE passamos a compor uma rede de conhecimento a partir do estudo
de caso. A família deve ser uma grande aliada do professor de AEE, pois é dela
que vem muitos conhecimentos e estratégias para superar as dificuldades e
privações do dia a dia . Sabendo onde queremos chegar chegará o momento de
efetivarmos nossas praticas, melhorando a qualidade na educação das pessoas com
deficiências e isso depende de cada um de nós, mudando nosso olhar e ações,
conseguindo a concretização de mudança em um âmbito maior, além dos muros de
nossas escolas.
Retirado do texto de: Geisa Leticia
Bock e
Rita Bergch