quarta-feira, 28 de agosto de 2013

                                   Atendimento educacional especializado na DF
                                                                   
O texto mim chamou a atenção quando elas falam que os livros não traduzem o conhecimento que é próprio do sujeito que será atendido no AEE.
É a mais pura verdade os livros nos trazem suporte, mais o que nos ensina mesmo é a pratica cada ser é um ser e cada sujeito que será atendido no AEE tem necessidade especifica deferente e um jeito especial de lidar com isso, podemos buscar melhoras para todos e ao escutarmos tudo que for possível conhecer sobre o aluno, seremos capazes sim de construir os objetivos educacionais do plano de AEE de acordo com as necessidades de cada um. Conseguiremos apoia-los vencendo as barreiras que desejam superar. Podemos conversar com o aluno que não fala e entende-lo através de gestos ou expressões de sentimento. Tendo o aluno como protagonista das ações do AEE passamos a compor uma rede de conhecimento a partir do estudo de caso. A família deve ser uma grande aliada do professor de AEE, pois é dela que vem muitos conhecimentos e estratégias para superar as dificuldades e privações do dia a dia . Sabendo onde queremos chegar chegará o momento de efetivarmos nossas praticas, melhorando a qualidade na educação das pessoas com deficiências e isso depende de cada um de nós, mudando nosso olhar e ações, conseguindo a concretização de mudança em um âmbito maior, além dos muros de nossas escolas.

   Retirado do texto de: Geisa Leticia Bock  e  Rita Bergch

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